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Perguntas sem respostas

RIO BRILHANTE: após 1,6 anos família quer saber quem atropelou e matou Regis

 ”O que queremos saber é o que realmente aconteceu naquela noite, como aconteceu e quem era o motorista que atropelou meu filho e não parou para socorre-lo”, diz seu Rodolfo.

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Regis tinha 37 anos quando morreu vítima de atropelamento / fotos Maikon Junior

19 de junho de 2019 por volta das 19h, região conhecida como estrada do Arara de acesso a BR 163 em Rio Brilhante, Regis Soares Lopes com 37 anos era atropelado e consequentemente veio a óbito no hospital local. Passados mais de 1,6 anos do fato algumas perguntas continuam sem respostas para a família da vítima: o que de fato ocorreu, que veículo era e quem era o motorista?

Esta semana, os pais de Regis, Rodolfo Arenites Lopes e Fátima Soares Lopes, receberam a reportagem do site Rio Brilhante em Tempo Real para falar sobre o caso.

 ”O que queremos saber é o que realmente aconteceu naquela noite, como aconteceu e quem era o motorista que atropelou meu filho e não parou para socorre-lo”,

diz seu Rodolfo.

O que foi apurado na época é que a principal suspeita seria de um caminhão que atropelou a vítima que empurrava uma bicicleta e seguia ao lado de um amigo chamado Andre. Andre por sua vez não soube descrever com precisão o modelo de veiculo que se envolveu no caso. Após o acidente, Andre acionou o socorro, porém Regis não resistiu aos vários ferimentos e acabou morrendo no hospital de Rio Brilhante.

”Alem do sofrimento da perda do nosso filho ainda temos que conviver ate hoje com essa situação de não saber quem estava naquele veículo, disseram que era um caminhão, mas de certeza não temos nada”,

fala os pais.

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Segundo eles o filho seguia no dia do acidente para um acampamento as margens da BR 163.

O local onde ocorreu o atropelamento é em uma curva da estrada e não haviam câmeras de segurança que pudessem registrar o caso. Na delegacia de Polícia Civil de Rio Brilhante onde foi registrado o acidente, o caso segue em investigação em busca de identificar o motorista.

”É difícil para nós tudo isso. Na época até disseram que talvez o motorista não tenha visto que atropelou meu filho, o que não acredito, mas mesmo que não tenha visto na hora depois ele dever ter visto na imprensa a noticia. Não queremos que a morte do Regis caia no esquecimento e acreditamos nas autoridades para identificar essa pessoa e que de alguma forma seja responsabilizado por isso. Não vai trazer ele de volta para nós, mas pelo menos tira essa duvida que temos”.

Informações que levem a identificação do veículo ou do motorista, podem ser feitas de maneira anonima no telefone (67) 3452 7464 ou (67) 9 9897 0724.

Gamarra conversa com seu Rodolfo durante entrevista na casa da família.

Local onde vítima foi colhida por veículo no dia do acidente / foto arquivo Olimar Gamarra

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