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Acusado de matar mulher queimada em Rio Brilhante é condenado a 15 anos de prisão

Em depoimento, Diego contou que conheceu a vítima em um bar, onde ele estava com amigos e ela sozinha. No local os dois teriam trocados beijos e de lá foram para a casa de Maria onde mantiveram relação sexual. Em seguida, o autor disse que foi embora, mas voltou horas depois de bicicleta.

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Diego Cristian Assis de Brito foi condenado a 15 de prisão em júri popular realizado no Fórum de Rio Brilhante no último dia 16 de setembro pelo assassinato de Maria Izabel Vaz Coelho Schuardt, em Setembro de 2019, na época a vítima tinha 50 anos.

O corpo da mulher foi encontrado carbonizado na casa onde morava no bairro vila Nova Esperança por vizinhos e pela polícia após o incêndio ser contido.

A investigação feita pelo SIG da Polícia Civil de Rio Brilhante levou a prisão de Diego alguns dias após o crime. Desde então ele aguardava o julgamento preso.

A denuncia oferecida pelo Ministério Público levou o réu a júri por homicídio duplamente qualificado, motivo fútil e emprego de fogo. Devido a sua confissão do crime, a pena de 18 anos foi diminuída e fixada em 15, inicialmente a ser cumprida em regime fechado. O juri foi presidido pelo juiz Jorge Tadashi Kuramoto.

RELEMBRE O CASO.

Foi preso nesta quinta-feira 31 de setembro de 2019, em Rio Brilhante, Diego Cristian Assis de Brito de 29 anos acusado de matar carbonizada Maria Izabel Vaz Coelho Schuardt, 48 anos, no dia 1º de setembro. Ele confessou o crime.

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Segundo o delegado Guilherme Sarian, o acusado foi encontrado pela polícia na região central da cidade. Ele foi levado para a delegacia e lá confessou o assassinato, mas disse que ao colocar fogo na casa não sabia se Maria estava viva ou morta.

Em depoimento, Diego contou que conheceu a vítima em um bar, onde ele estava com amigos e ela sozinha. No local os dois teriam trocados beijos e de lá foram para a casa de Maria onde mantiveram relação sexual. Em seguida, o autor disse que foi embora, mas voltou horas depois de bicicleta.

Segundo ele, os dois mantiveram relações sexuais novamente sendo que após Maria teria caído da cama e batido com a cabeça no chão. De acordo com o site Rio Brilhante em Tempo Real, ele colocou a mulher na cama e ateou fogo para apagar vestígios da presença dele na residência. Ele foi autuado pelo crime de homicídio doloso qualificado por motivo fútil e meio cruel.

O corpo de Maria foi encontrado no dia 1º de setembro, após vizinhos ouvirem barulhos vindo da casa e quando saíram viram o incêndio, com o auxílio de uma equipe da PM conseguiram conter as chamas, e então, encontraram o corpo de Maria Izabel.

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Após perícia técnica, foi verificado que as vísceras da mulher estavam expostas, indicando que a vítima pode ter sido atingida por algum objeto antes de ser queimada. No quarto onde a mulher estava, foi encontrado um recipiente com álcool ao lado do corpo.

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