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Para onde estão indo as receitas do município.

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Então resolvi fazer uma consulta, para verificar tão somente os repasses referentes a 3 fontes de receitas (FPM, FUNDEB e ITR).

Publicação postada no facebook  Por  Sergio Silva em  04-06 2016  as 13:46hs 

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Comparativo anual 2012 / 2015 reprodução facebook de Sergio Silva

Temos ouvido há um tempo o Prefeito fazer o discurso de que os recursos estão reduzidos, que as receitas caíram, que não há possibilidade de fazer investimentos porque os repasses estão menores, etc, etc, etc.

Então resolvi fazer uma consulta, para verificar tão somente os repasses referentes a 3 fontes de receitas (FPM, FUNDEB e ITR). Vou apresentar apenas os dados oficiais, obtidos no site do Tesouro Nacional e que podem ser conferidos por qualquer cidadão.

Quando comparamos as receitas anuais do período 2012 a 2015, vemos que os dados (tabela em anexo) demonstram que, considerando apenas essas 3 fontes de receita, vemos que houve um acréscimo de mais de 12 milhões e meio de reais comparando 2012 com 2015, um aumento de 42%.

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Outra coisa que o prefeito sempre tem repetido é que o repasse de 2016 está menor do que de 2015. Então vamos comparar as transferências do mês de maio dessas três fontes de receita (também em anexo).

Com isso, vemos que em 2016, o repasse do mês de Maio foi quase 10% superior ao do ano passado.

Mais uma vez, lembro que trata-se da análise apenas de três fontes de recurso. Portanto, se compararmos o total das receitas recebidas pela Prefeitura Municipal ( que incluem muitas outras fontes de repasse) teremos a comprovação de que o discurso de falta de recursos não se sustenta.

Como vimos, apenas nesses repasses, a receita aumentou mais de 12 milhões, no período de 2012 a 2015. Então, fica uma grande questão no ar, que tenho certeza que a população em geral também gostaria de ter respondida:

QUAL TEM SIDO O DESTINO DADO A ESSES RECURSOS?

Até o momento, não se vê em nenhum setor qualquer tipo de investimento ou obra onde poderia ter sido aplicado o recurso. Isto porque as poucas obras em andamento são fruto de outras receitas extras: Avenida Benjamin Constant (cujo projeto original não foi ainda concluído) foi quase todo pago com recursos estaduais; Asfalto de Prudêncio Thomaz, Manoel das Neves e Pró-Moradia XII (nenhum concluído) são financiados por verbas federais; as creches iniciadas e ainda não concluídas também são pagas por recursos federais; o asfalto do Pró-Moradia XIV (atualmente paralisado) é pago por financiamento junto à Caixa Econômica Federal.

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Mais uma vez, ficamos no aguardo das respostas…

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Todas as informações foram retiradas do facebook de Sergio Silva para bloco do site Ultimas do facebook

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