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Dúvida

Presidente Iliê Vidal afirma que presença do Águia Negra no Estadual ainda é dúvida

Clube ainda trabalha para viabilizar alimentação para atletas e Comissão Técnica, além de dificuldades com taxas para inscrever jogadores

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Segundo Iliê, diretoria do Águia ainda busca apoiadores para disputar o Estadual (Foto: Gazeta MS/Arquivo)
Por: Gazeta Ms

O Águia chegou a anunciar a saída do campeonato, mas a mobilização de torcedores e diretores deu uma sobrevida ao clube, mesmo assim ainda não é suficiente. “A verdade é que apesar do esforço de muitos, estamos agonizando”, resume o presidente Iliê Vidal. “Nosso problema imediato agora são as taxas de transferência de jogadores. Tentei conversar com o presidente [Francisco] Cezário sobre isso ontem [quinta-feira], mas não fui atendido. Se os clubes não tivessem essa despesas como acontece em outras Federações, ia nos ajudar muito”, lamenta.

O dirigente se refere à Federação Catarinense, por exemplo. Em 2016 e nesta temporada, o CA Almirante Barroso, que subiu para a Série A com a colaboração de diversas pessoas que já atuaram no MS, como o gerente de futebol Claudinho Tuiuiu e o goleiro Rodolfo, não precisou gastar com as transferências de jogadores.

Além das taxas, o clube ainda enfrenta dificuldades com a logística para manter os jogadores contratados em Rio Brilhante. O clube tem alojamento próprio, mas os gastos com alimentação, remédios e deslocamento são problemas que precisam ser resolvidos. “Já temos o apoio da Delta Biocombustíveis e Suco Prats, mas precisamos de mais e estamos buscando em outras empresas da cidade e da região, mas estamos lutando contra uma crise que está afetando a todos e precisamos entender isso também”.

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Caso os planos de disputar o campeonato não mudem, o Águia terá o ex-auxiliar Virgílio Ferreira como treinador. Ele trabalhou no clube em 2014 e 2015 na comissão técnica de Chiquinho Lima e foi campeão estadual com o Sete no ano passado. “Montamos o que acredito ser um elenco competitivo para a nossa realidade. Isso porque as pessoas que estão vindo trabalhar no Águia conhecem a nossa credibilidade e aceitaram salários abaixo da média dos últimos anos, senão nem teríamos chegado até aqui. Esperamos agora não precisar dispensa-los”, encerra Iliê.

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