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Reviravolta

Rio Brilhante: Justiça determina ao Estado pagar indenização por mulher rio-brilhantense que ficou presa três dias injustamente.

Isso aconteceu porque a dona Laudicéia entrou com um processo judicial contra o Estado e provou que a invasão ao seu lar aconteceu sem justa causa, de maneira que a Dra. Mariana Rezende Ferreira Yoshida, Juíza da Vara Cível de Rio Brilhante, reconheceu o sofrimento que esta mãe de quatro filhos suportou e a ilegalidade de sua prisão, condenando o Estado a lhe pagar uma indenização por danos morais.

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Em Rio Brilhante, durante a campanha eleitoral de 2016, a dona Laudicéia Lima dos Santos teve sua casa invadida por autoridades que a acusaram de venda de voto a troco de cesta básica e a levaram para a prisão onde ficou injustamente por três dias. Este caso foi por nós noticiado na época e pode ser revisto CLICANDO AQUI

Passado esse tempo, a Justiça reconheceu que as autoridades agiram com erro e a prisão foi ilegal, causando intenso sofrimento a mulher, de maneira que o Estado do Mato Grosso do Sul, empregador e responsável pelos atos dos servidores que invadiram o lar indevidamente, terá que pagar uma indenização a esta dona de casa.

Isso aconteceu porque a dona Laudicéia entrou com um processo judicial contra o Estado e provou que a invasão ao seu lar aconteceu sem justa causa, de maneira que a Dra. Mariana Rezende Ferreira Yoshida, Juíza da Vara Cível de Rio Brilhante, reconheceu o sofrimento que esta mãe de quatro filhos suportou e a ilegalidade de sua prisão, condenando o Estado a lhe pagar uma indenização por danos morais. O Estado não concordou com a sentença e recorreu ao Tribunal de Justiça para não pagar o valor ou diminuir o quanto já fixado e, entre idas e vindas, o processo acabou chegando em Brasília, onde recentemente todos os Ministros que compõem a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça deu total razão ao julgamento da magistrada, reproduzindo sua decisão, e concluindo que a dona Laudicéia deve ser indenizada na quantia ali estabelecida diante de tanta dor que ela suportou pela invasão de seu lar e a privação indevida de sua liberdade por três longos dias.

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